28 de mar de 2016

Parte de movimentos sociais já admite queda de Dilma

Parte de movimentos sociais já admite queda de Dilma
Parte das lideranças dos movimentos sociais já admite, em reservado, que a queda da presidente Dilma Rousseff parece inevitável. Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, as manifestações, no entanto, continuarão a ser realizadas para “marcar posição”, de forma a oferecer uma agenda de esquerda do vice-presidente, Michel Temer, assumir o governo. Outra parte dos movimentos sociais discorda que o governo Dilma tenha destino já fechado, e apostam na expressividade dos protestos do último dia 18, que indicariam ser possível envolver “novos atores”. “Só acaba quando termina”, diz um líder de movimento social, em menção à perspectiva de que as manifestações devem prosseguir até a votação do impeachment. Apesar de conformados, o setor que aposta na queda avalia que o esforço de Lila junto aos movimentos e aos sindicatos “revigorou os ânimos”, apesar de não ter sido suficiente para reverter votos de deputados favoráveis ao impedimento.
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