10 de jan de 2017

PREFEITOS JÁ SABEM QUE NÃO VÃO TER EM 2017 UM FELIZ ANO NOVO

Resultado de imagem para crises dos prefeitos
Os prefeitos que tomaram posse no domingo, 1º, não têm ilusões: enfrentarão um 2017 bastante difícil. Além da crise na economia que deixou as finanças dos municípios em situação complicada, boa parte dos gestores ainda tem que administrar a “herança maldita” deixado por seus antecessores. O desafio é grande sobretudo na Bahia, onde 82% dos 417 prefeitos são novatos, contra apenas 18% reeleitos. Não bastasse o “caos” nos cofres municipais, essa maioria chega sem ver a cor do dinheiro da segunda parcela da repatriação, que foi liberado pelo governo federal em 31 de dezembro, e do ICMS, uma vez que o governo do Estado decidiu antecipar o repasse que só venceria em janeiro deste ano. Uma ajuda e tanto para os prefeitos em fim de mandato e preocupação a mais para os que chegaram. O novo prefeito de Camaçari, Antônio Elinaldo (DEM), por exemplo, deixou de contar com cerca de R$ 5 milhões da repatriação e outros R$ 25 milhões do ICMS
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