24 de jan de 2017

VERÃO TRAZ DE VOLTA PREOCUPAÇÃO COM “DOENÇA DO BEIJO”

Não existem vacinas para prevenir a Mononucleose. (Foto reprodução)
A alta estação na Bahia não se constitui apenas de calor e praias, mas também de uma grande quantidade de festas, principalmente na capital. E são nestas festas que reside a preocupação de muitos profissionais de saúde, principalmente com as doenças facilmente transmitidas – entre elas a Mononucleose Infecciosa, conhecida popularmente como “doença do beijo”. Causada pelo vírus Epstein-Barr, que pertence ao Grupo Herpes, a doença tem baixa mortalidade e letalidade, mas pode se manifestar de forma aguda com sintomas como febre, inapetência, dores de cabeça e de garganta, fadiga, mal estar, sudorese, perda de apetite, inchaço nos gânglios e até alterações no fígado e baço. Em adultos, os sintomas chegam a durar até oito semanas. Neste período, o tratamento se resume em combater os sintomas com antitérmicos, analgésicos, anti-inflamatórios e bastante repouso. Como nas demais viroses, não há medicamentos específicos contra a mononucleose. Não existem vacinas para prevenir a Mononucleose. Mais comum entre indivíduos de 15 a 25 anos, a patologia não poupa as crianças, mas costuma ser mais branda nos pequenos.
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