27 de abr de 2017

MULHER SUSPEITA DE MANDAR MATAR O FILHO DE 7 ANOS FICA PRESA POR 30 DIAS E É LIBERADA

A mulher suspeita de mandar matar o filho de 7 anos, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, foi presa há 30 dias e liberada, na quarta-feira (26), após vencer o prazo da prisão temporária. A mulher nega envolvimento no crime. A informação foi passada ao G1, nesta quinta-feira (27), pela delegada Maria Tereza, titular da Delegacia de Homicídios (DH) do município, e responsável pela investigação do assassinato, que ocorreu em 2015. De acordo com a delegada, Alexandra Moura da Silva, de 26 anos, se apresentou na 18ª Delegacia (Camaçari), no dia 28 de março, acompanhada de um advogado. Ela ficou na carceragem da unidade policial até a quarta e foi liberada porque a Justiça não decretou a prisão preventiva dela. A prisão temporária da suspeita foi decretada em agosto de 2016, após o suspeito de executar o crime e amante de Alexandra ser preso e apontá-la como mandante do assassinato. Em 7 de janeiro de 2015, a família do garoto Carlos Henrique Moura denunciou o desaparecimento do menino. Três dias depois, a criança foi encontrada afogada em um córrego da cidade de Camaçari. Na época, familiares disseram que o menino estava brincando na porta de casa, no bairro de Nova Vitória, quando desapareceu. Desde o início das investigações, a polícia já trabalhava com a hipótese de homicídio, já que a profundidade do córrego não possibilitaria que a criança morresse afogada. A Polícia Civil também já tinha a mãe e o padrasto da criança como suspeitos. No entanto, o envolvimento do companheiro de Alexandra no crime foi descartado.No sepultamento do menino, ocorrido em 11 de janeiro de 2015, a mãe chegou a desmaiar e, segundo relatos de familiares, foi amparada pelo companheiro. Segundo a delegada Maria Tereza, o executor do crime foi José Nilton Pereira da Silva, que era amante da mãe do garoto. Em depoimento à polícia, em agosto do ano passado, ele confessou o crime. Conforme a polícia, Alexandra Moura teria prometido uma noite de sexo ao suspeito, se ele matasse o menino. Ainda segundo a polícia, José Nilton disse que a mãe da criança tinha medo que o menino contasse para a avó paterna que a mãe tinha planos de participar de um assalto a banco e que vendia drogas. Era a avó quem criava a criança. Segundo a polícia, também existe a suspeita de que Alexandra estaria usando o filho para levar e trazer drogas. A polícia ainda informou que, à época do crime, José Nilton era amante da mãe da suspeita. *Com informações do G1
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