QUENGA ENGRAVIDA DE FICHA SUJA NO SUL DA BAHIA




Um arquiteto com qualificação inferior a ajudante de pedreiro, que até pouco tempo atrás administrava uma gigantesca empresa pública, se envolveu com uma quenga e a engravidou. Traiu a própria esposa. Antes ele havia traído a confiança de quem o nomeou administrador governamental e praticou uma série de irregularidades, que acabaram causando sua exoneração. Ele também tentou caluniar contra assessores e diretores da própria empresa que dirigia. Desagregou, destruiu, corrompeu, roubou e quase leva a empresa à bancarrota. Seu perfil mórbido é de vassalo, mesquinho, cínico, traidor e desonesto. Já foi dirigente partidário. Já dirigiu Organização Não Governamental. Já foi comandante em autarquia. E em nenhum lugar conseguiu se firmar como líder. Sempre foi a décima quinta pessoa depois de ninguém; um parasita imprestável, que subsistiu à sombra de terceiros. Sempre foi medíocre, vagabundo, covarde e fracassado. Não há nenhum prédio de apenas um andar, que tenha sua assinatura de autoria. Não existe nada que o consolide como útil na sociedade. Por onde ele passou, o rastro foi de desunião, calunia, injuria, difamação e traição. Trair quem o sustentou é tolerável. Atraiçoar quem o estendeu as mãos, quando tudo lhe parecia apequenar, talvez não tenha sido um pecado que o empurre para o quinto dos infernos. Apunhalar pelas costas quem teve sempre à frente para facilitar suas caminhadas, numa sociedade que não o conhecia, também não me parece um fardo que o faça prostrar-se de joelho na súplica de perdão. Mas macular o próprio lar e trair a própria esposa, significou um erro estúpido e cujas conseqüências serão atormentadoras e desarmoniosas para ele. Por mais cafajeste que ele seja, deveria restar-lhe um mínimo de dignidade. E ele não poupou a própria esposa. A traiu com uma quenga, cuja felação não deveria custar mais que cinco reais. O maior erro dele foi trair uma mulher de bem. Mas isto não me surpreendeu, pois já o conheço como “germe do verme do estrume do cavalo do bandido”, useiro e vezeiro em apunhalar parceiro e correligionários pelas costas. Com a gravidez da quenga, ele terá, no mínimo, vinte e um anos de tormentos e de perseguição implacável. A quenga vai querer tirar-lhe o couro e roubar-lhe o último centavo, que ele roubou dos cofres públicos. E eu acho é pouco!
 
Postado: Blog do Claudio

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