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Nos últimos tempos, tem-se espalhado a falsa crença de que a violência tem seu suporte junto às populações menos favorecidas; seriam mazelas e manifestações típicas das comunidades “excluídas”. Ocorrências de violência em escolas particulares e faculdades, inclusive com envolvimento de professor de ética, em agressão contra aluna, comprovam que não existe camada social ou área residencial livre da sombra da violência. É assustador perceber a infiltração do espectro do crime nos ambientes escolares. Essa mazela tem se espalhado por todo Brasil e, embora conquistem mais espaço na mídia as manifestações de violência tresloucada, como a tentativa de estupro de um professor, contra uma estudante de faculdade, ainda são mais terrificantes as demonstrações da violência cotidiana, cometidas como se fossem “coisa comum”, como tentar beijar á força uma estudante. Tais ocorrências evidenciam a necessidade de atualizações na legislação pertinente e da indispensabilidade de campanhas permanentes de conscientização, sendo indispensável valorizar a denúncia e garantir a preservação da identidade da denunciante. Seja na rede pública, seja no ensino privado, seja nas periferias, seja nos bairros mais abonados, a escola tem de ser resgatada para sua função básica. E a segurança numa escola, ou numa faculdade e em suas proximidades é condição preliminar para a cidadania.
Postado: Blog do Claudio

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