‘Craconha’: Combinação de crack com maconha ganha força no Rio de Janeiro


Especialistas advertem para o alto risco à saúde de nova droga
A Polícia Militar do Rio de Janeiro já apreendeu este ano quase 2,7 mil pedras de desirré (totalizando 1,2 kg), droga nascida da combinação do crack com a maconha e capaz de potencializar os efeitos de ambas. Conhecida também como “zirrê”, “criptonita” e “craconha”, o entorpecente pode trazer riscos bastantes superiores à saúde dos usuários, em comparação com outras drogas. Para a diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, Marta Jezierski, a desirré já existia antes no estado, onde é conhecida como “mesclado”. “É mais usado na classe média”, apontou. A médica disse que o consumo das duas ao mesmo tempo contrabalança os efeitos da maconha e da cocaína – o crack é a cocaína em uma forma diferente, própria para o fumo. “A maconha dá leseira e a cocaína dá agitação”, explicou.
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