
Há pelo menos sete dias, Alaelson dos Santos Campos, de 38 anos, tem convivido com fortes dores e dificuldade até mesmo para se alimentar, enquanto aguarda, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jacobina, no Centro-Norte da Bahia, por uma transferência via sistema de regulação. O mecanismo garante o acesso rápido e justo a leitos hospitalares e tratamentos especializados.O drama da família do lavrador começou no dia 8 de setembro, ocasião em que, após uma queda da própria altura, ele precisou de atendimento médico e foi internado na UPA. A esposa, Arilma, conta que ele estava correndo e, por conta de uma patologia nos joelhos, caiu e sofreu ao menos oito fraturas. Na unidade, ele chegou a realizar uma tomografia computadorizada (TC) da face, que indicou uma concentração das lesões nos ossos zigomático e nasal, e na parede da órbita, do lado direito. O relatório de Alaelson alerta para a necessidade de uma cirurgia para redução e fixação do trauma facial.“[Nos informaram] que, no momento, não estão encontrando vaga para um profissional bucomaxilofacial e que já compartilharam o caso com todos os hospitais de Salvador, mas até agora nada da regulação”, explica Arilma.De acordo com ela, o marido tem sofrido com dores na região lesionada, que se estendem para a cabeça, além de enfrentar dificuldade para a ingestão de alimentos, o que tem comprometido suas refeições. “Tem sido muito difícil. Ele já está impaciente com a demora da regulação. Na verdade, é um descaso deixar um ser humano esperando tanto tempo por atendimento”, desabafou.A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) foi procurada em busca de informações sobre o caso do paciente, mas não houve retorno. (Correio 24h)
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